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terça-feira, 4 de outubro de 2016

Histórias do Bem - Comunidade do Pau de Jucá (Um pouco de sua história) em 09/10/2011. vale a pena ler de novo


Pau de Jucá, situada ao lado do Oeste do Rio Pataxó e fica a quatro quilometro do centro de Ipanguaçu, origem do nome: Em virtude do grande número de árvore chamado Jucá. Pau de Jucá foi no passado uma grande comunidade, tinha mais de 20 casas e mais de 100 habitantes, algumas famílias que contribuíram com o crescimento da comunidade, Gonzaga, Cardosa, Varela (Balbinos), Malaquinas, Cassianos, Simão, Cunha, Barbalho, Pereira e Leocádio.
Casa onde morou seu Manuel Fiscal e seu Olinto Malaquias.

Aqui morou o campeão Adenúbio Melo na sua infância.

A comunidade tinha a bodega de João Tubiba, o comercio de Candio Leite, o bar de Rosalha e a casa de Zizinho onde era realizado festas, casamentos e Calungas, o pastoril de .zulima, dançado só por mulheres e que atraía pessoas de várias comunidades, sem esquecer os brotes vendidos por Zé Ligeiro que ele chamava de Falcão e que todas as crianças achavam deliciosos, era uma comunidade muito animada. Dona Helena já falecida rezava os trinta dias do mês de maio e essa tradição continuo com suas filhas que até hoje ajuda na celebração da festa do padroeiro do Pau de Jucá.
Antiga casa do seu José Simplício.

E quem não admirava o poeta Chico Traíra, suas belas e encantadoras poesias, seu Luiz dos calungas era o maior Calungueiro do Vale. Dona Zilack a primeira professora que ensinava em sua própria casa, Firmo Dantas outro grande mestre que também ensinou os filhos do Pau de Jucá no prédio de João Leocádio, que servia de Escola.

Merece também as nossas lembranças as professoras, Salete Cardosa, Irene e Dona Jacinta. Dona Laura de Chico Dino era parteira da comunidade, fazia parto nas casas e ajudou várias crianças a vir ao mundo, Ana Concon, a curandeira, as louceiras que faziam artes com suas mãos e retirava daí seus próprios sustentos, como Ezilda, Ricardina, Francisca de João Marques e outras.

Destacamos também além das maravilhosas e destemidas famílias, pessoas que encheram e enche de orgulho a comunidade de Pau de Jucá e o nosso Município, como Manuel Fiscal, pessoa muito querida da comunidade, Doutor Edson (Edinho), ex prefeito, Adenúbio Melo (o campeão), vereador e evangélico e nosso querido padre Alcemário. 

Vanda Vanderley era a dona de quase todas as terras da comunidade. O tempo passou, muitos já faleceram, outros foram embora e a Finobrasa comprou parte das terras, e a comunidade foi Sucumbindo ao próprio tempo, enchentes, a busca por um futuro melhor, tudo isso contribuiu para muitos deixarem sua querida comunidade, em busca de um futuro promissor. 
Casas de Dona Jacinta e sua filha.

Mas graças a Deus e ao destino, uma mulher brava e corajosa que passou por grandes dificuldades, mas com sua fé e esperança, não desistiu, ficou na comunidade e por um milagre recebido prometeu construir uma capela e assim Dona Jacinta uma das poucas moradoras da comunidade ao lado de sua família eternizou para sempre a história da comunidade do Pau de Jucá.

Grupo de Oração da Comunidade.

Hoje a comunidade tem um grupo de jovem e de oração formado por pessoas das comunidades próximas e devotas de São Francisco, parabéns Pau de Jucá, Ipanguaçu lhe agradece por sua contribuição na historia política, religiosa do nosso povo.
Seu Olinto Malaquias, esposa e netos.

Esta é um pouco da história do Pau de Jucá contada por Seu Olinto Malaquias e sua esposa Dona Maria de Lourdes.

Ipanguaçu do Bem

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Casas antigas de Ipanguaçu, com uma história pra contar


Casa onde morou Manoel Fiscal, in memórian, depois seu Olinto Malaquiias, hoje abandonada no sitio pau de Jucá Ipanguaçu.
Venha conhecer as casas antigas, que marcaram a história de nossa cidade, Ipanguaçu do bem vai levar você até lá.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Casas antigas de Ipanguaçu, com uma história pra contar

Esta casa quase centenário pertenceu a José Nazareno, conhecido como Barão de saudosa memória, depois morou nesta casa Chico Siqueira, que também não está mais entre nós, alem de outras famílias. Hoje pertence a Delmont, e está abandonada e totalmente deteriorada. Se esse pé de figo falasse talvez confessasse a dor da tristeza e do abandono, ele que serviu de sombra para grandes bate papos dos amigos vizinhos. Ubarana RN 118, Ipanguaçu
Esta casa pertenceu a uma senhora chamada França, se você sabe mais sobre a história dessa casa nos envie, dizem que era uma casa mal assombrada.  Hoje está abandonda e totalmente deteriorada. Ubarana Ipanguaçu.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

História do bem: comunidade de Sitio Curralinho em Ipanguaçu

História da comunidade de Curralinho contada por seu Chico Morais
Comunidade situada a pouco mais de 7 Km do centro de Ipanguaçu e localizada as margens do rio Assu.


Seu Chico Morais chegou a comunidade em 1942 para morar com Seu Chicó Fonseca (in memoria), na época também morava alí na comunidade o Pedro Julião, Domingos Frutuoso, Luíza Inácio, Afonso, Zé Felipe, Adalha, Chico Mateus e Maria Madalena. Mais de 10 casas formava a comunidade, que tinha na época mais de 40 habitantes. Viviam de agricultura, agropecuária e pesca, já que o Curralinho era beneficiado por ficar próximo as margens do Rio Piranhas.
Conta Seu Chico Morais(foto), que naquela época não tinha escola e para estudar tinham que ir para a Baviera em Ipanguaçu. Como naquela época as mulheres sempre ganhavam neném em casa, elas tinham parteira - a esposa de Henrique - onde também era curandeiro da comunidade.
Estrada que dá acesso ao Sítio Curralinho.
Como toda a comunidade da época, lá tinha divertimento, como Pastoril e Valsas que era realizado na casa de Domingo Frutuoso.

Nós anos 70 a comunidade ganhou a Escola Elisa Ribeiro, construída na administração Maria Eugênia Montenegro, época em que as crianças estudavam o primário. Lembrando que Rosirene de Afonso foi uma das primeiras professoras da escola. Com a chegada da Delmonte que comprou a propriedade de Valter Leitão, a escola foi extinta.
Córrego do Maia: propriedade dentro do Sítio Curralinho, teve esse nome porque nos anos de 1990, um senhor por nome Maia comprou a propriedade que depois foi vendida a Vevem e em seguida ao saudoso Valter Leitão, hoje propriedade da Delmonte.

Com o passar do tempo, muitas comunidades cresceram e se desenvolveram, no entanto o Sítio Curralinho atualmente não tem quase nenhum morador.

Quem visita aquela comunidade ver o abandono e o desprezo de um lugar que já foi bem aconchegante. 

Essa é um pouco da história da comunidade contada por Seu Chico Moraes. 

Veja fotos da comunidade:

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Muitos ipanguaçuenses não conhecem a comunidade de Recreio, a pedido: vale a pena ver e ler de novo.

Histórias do Bem - Ipanguaçu que você não conhece. em 27/08/2011.

Você conhece a comunidade do Recreio? onde fica? a qual município pertence

A comunidade Recreio, as margens do Rio Piranhas é território de Ipanguaçu, e tem seis casas de taipa, onde mora mais ou menos 25 pessoas. Segunda Dona Ezilda Cabral de Macedo de 81 anos de idade e que a 43 anos mora na comunidade, quando chegou ao Recreio só tinha uma casa, que era do seu esposo Orlando Cabral já falecido. 

O que mais incomoda os moradores é a Indecisão, sem saber se pertence as cidades de Ipanguaçu ou Itajá, mesmo sabendo que Itajá na medida do possível vem dando assistência aos moradores da comunidade que passaram a fazer parte da comunidade do Jequi, município de Itajá.
Os moradores reclamam da falta d'água, pois são abastecidos por um carro pipa, o que eles querem é um pouco mais de dignidade, casas de Alvenarias e construção de cisternas e a presença de um agente de saúde na comunidade, já que na mesma mora idosos e crianças. Ipanguaçu do bem faz um apelo a Leonardo e a Gilberto, para juntos decidirem o futuro dessas famílias simples e humildes, mas de muita garra, fibra e vontade de viver numa comunidade melhor.
O certo é que Recreio pertence a Ipanguaçu, e Itajá vem dando assistência. Edson Cabral, jovem da comunidade que foi morar na capital em busca do sucesso, voltou pra comunidade, cheio de sonhos e esperanças de ver uma comunidade feliz e bonita pra morar. A sua esposa que ele conheceu pela Internet, tem curso de enfermagem, e o seu sonho é fazer uma faculdade de enfermagem, hoje Edson trabalha carregando alunos do Recreio para Itajá e também no supermercado Queiroz em Assú, onde ajuda na renda da família. 
Comunidade do Recreio, uma comunidade no seculo XXI, vivendo a muitos anos atrás. O blog Ipanguaçu do Bem pede em nome dos moradores que olhem para essa comunidade de pessoas simples, mas de um coração grande, e que merecem moradias dignas e condições de vidas melhores.
Hoje 11/11, quero mandar um abraço a todos os amigos  e, em breve estarei voltando lá pra ver como estão estes bravos moradores do recreio.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Ipanguaçu do bem, contando uma história

Você sabe o que é um Cavuco? 
Você que é jovem talvez não conheça e nem ouviu falar, mas até o inicio dos anos 80 muitos agricultores ainda tinha em sua terras um casinha coberta de telha cavada com paredes de tijolos e rebocadas, com uma escada de cimento pra descer até o motor explosão que ficava bem perto da água do cacimbão e uma mangueira subia pra dentro de um tangue pra sair num rigação, como agente chamava.

O cavuco também servia para proteger do sol e da chuva, na terra onde meu pai arrendou ao saudoso Bezerrinha e seu Nilo, na Base Física, tinha um, e eu fica sentado em cima da parede vendo Bezinho ajeitar o motor a manivela, ou muitas vezes os saudosos Guariba e Mané Oim. 
Este da foto foi construído em 1958 pelo saudoso Eduardo Ribeiro, hoje do seu filho Edurdinho. Não sei informar direito, mas esse talvez seja o último cavuco em nosso município.
O que eu achava interessante era  quando o motor não queria pegar, eles davam um bicada, como se fosse uma Cachaça que agente toma pra esquentar, essa bicada fazia o motor pegar. Cavuco fez parte da minha infância. Um tempo bom e feliz que não volta mais.

Agradeço a Eduardinho pela gentileza com que nos recebeu e nos levou até o local. Pra contar mais uma história do bem pra você.

domingo, 21 de setembro de 2014

Histórias do bem : Enchentes de 64 no vale do Assu: parte II

 No ano de 1964 a notícia de uma enchente na várzea do Assu – pela carência de comunicação parecia um acontecimento tão distante como se estivesse acontecendo em outro planeta. O jornalista Cassiano Arruda estava começando a sua carreira de repórter no jornal Tribuna do Norte, quando recebeu a grande missão de cobrir as inundações.

A região estava completamente ilhada e não se conseguia chegar aqui a não ser de avião. Desta forma conseguiram um lugar para o jornalista Cassiano em um teço-teco à serviço do Governo do Estado, e o deram uma velha Câmara Yaschica para documentar a enchente.

Estava acertado que ele viria pela manhã, sobrevoaria o vale e retornaria no fim da tarde. No entanto, alguém do comitê de atendimento aos flagelados formado aqui em Assu requisitou o lugar do repórter Cassiano no avião para atender a um enfermo que precisava ser transportado para Natal.
         
Desta forma ele teve que ficar em Assu e terminou se integrando ao grupo que tentava fazer alguma coisa para atender as populações e tentar mandar seus relatos para o jornal.

Assu só tinha energia a noite e não contava com serviço de telefonia. A comunicação com Natal e o mundo, estava a cargo de um grupo de rádio-amadores que montou um esquema e ficou o tempo todo no ar, com motores complementares e baterias. Era esse o único meio ao seu dispor para mandar seus relatos a Tribuna do Norte.
        
Cassiano, como único jornalista presente, virou uma espécie de autoridade, sempre convocado para dar o seu testemunho de que se estava fazendo o melhor possível para atender a população.

Andou de batelão, uma espécie de canoa, com o líder Edgard Montenegro de Assu a Pendências e retornou numa carroça puxada por um trator. Segundo ele, da volta não lembra muita coisa, por incrível que pareça, de tão cansado veio dormindo sem se importar com os solavancos.

Cassiano só voltou a Natal uma semana depois. Em vez do reconhecimento ao seu esforço, sentiu certo desapontamento dos seus colegas de jornal. É, que, enquanto ele se preocupava em assistir os desabrigados das enchentes, Luiz Maria Alves – Diretor do Diário de Natal conseguiu um lugar para o jornalista Paulo Saulo num avião da FAB que sobrevoou a região, e destacou um redator para sintonizar a rede dos rádio-amadores, conseguindo dar primeiro as informações que Cassiano imaginava serem exclusivas. Foi – literalmente – o batismo do grande jornalista Cassiano Arruda na reportagem norte-riograndense. 

Tivemos como fonte: Diário de Natal de 13 de abril de 2008.
 Foto: Blog de Fernando Caldas - Rua Moysés Soares.

Adeno no blog. A população de Ipanguaçu estava toda apavorada, já que o então açude de Pataxó recém-construído, já estava quase lavando a parede, mas um corajoso e bravo morador da comunidade, de saudoso memoria, enfrentou o desafio e foi até a porta d'Água e conseguiu abrir, evitando assim uma possível tragédia em Ipanguaçu. Mesmo criança não esqueci e fomos para casa de nossos avós em Assu enquanto as águas baixavam.
Amanhã o final dessa história.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Bairro Manoel Bonifácio vivência hoje o dia da sua padroeira N .S. das Dores

vale a pena ler de novo!
Histórias do Bem - Bairro Manuel Bonifácio um pouco de sua história. exibido em14/09/2011.
 
O Bairro Manuel Bonifácio era conhecido antes como Lombo do Cachorro, e só tinha casa de taipa, o nome Lombo do Cachorro foi colocado pelo saudoso Luizinho Manaia, as famílias tradicionais do Bairro Pinto, Bevenuto, Silva, Miguel, Lugin, Alexandrino e Sousa.
As terras do Bairro era quase todas de Francisco das Chagas Pinto (Chico Bubú) que doava a terra para fazerem as suas casas. Já o nome Manuel Bonifácio foi decidido em uma reunião com o ex prefeito José de Deus para escolherem o nome do Bairro e a querida e saudosa Rosaria, sugeriu o nome de Francisco das Chagas Pinto, todos concordaram, mas este pediu que colocar-se o nome do seu pai Manuel Bonifácio.
Hoje o Bairro tem quase 100 casas, mais ou menos 600 pessoas entre crianças, jovens e adultos, duas mercearias, uma mini fabrica de Pamonha, uma capela e o seu Padroeiro é o Nossa Senhora Dasdores, um grupo de Jovem JUFD, um grupo de quadrilha denominada Arraiá da Canjicada, um Padre filho da comunidade Ivanilson Alexandrino, orgulho para todos do Bairro.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhnrnKaDxyLk9m81EBo-QJrHhqY7_MZnsYMf3f2Hp5zuIWHwIlLx5S9dSPE7KcBVbIVFLDan7qq-8RRy9mcfgeOTVqZWamb2ii9oAp1G0AmVdtCNqwYHDc29Cvm8sg3-gHRHwON07vjb-A/s1600/DSC_0040.jpg
A maioria das pessoas do Bairro trabalham nas empresas e cerâmicas da cidade, outros vivem de aposentadorias e da Bolsa Família. A maior parte do Bairro é calçada, mas ainda falta uns cem metros de calçamentos e ainda existe algumas casas de taipa. A água é de péssima qualidade e os moradores reivindicam o tratamento dessa água, um medico para comunidade, uma praça e o final do calçamento, é isso que todos querem e esperam do prefeito Leonardo, para que todos possam viver ali, unidos, felizes e com dignidade.

Essa é um pouco da história da comunidade contada por  uma, moradora do Bairro.

sábado, 19 de julho de 2014

Parabéns Lara, em nome de todos os ipanguaçuenses.

Lara é aprovada em MEDICINA!!

Parabéns Lara Fonseca, Ficamos contente por você e por toda sua família, imagino a felicidade que tomou conta de toda família nesse momento,sua mãe (Sumaira Fonseca) em especial, seus pai, seus amigos!! .
Parabéns em nome de todos os ipanguaçuenses.
PARABÉNS
pela aprovação na Universidade Federal do Oeste da Bahia(UFOB)!
Que Deus ilumine a sua caminhada nessa linda profissão que é a  medicina.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Empresa A J da Costa Construções LTDA, cuidando bem da limpeza da nossa CIdade.

Queremos parabenizar a todos que fazem a Empresa A J da Costa Construções LTDA, pelo excelente serviços que vem prestando a nossa cidade. .
 Fique atendo o dia da coleta na sua rua., e contribua também com essa limpeza. 
Atenção você que está construindo ou reformando, não deixe os entulhos em frente a sua casa, sujando a rua e atrapalhando o transito de carros e pessoas. Contamos com você.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Nada melhor do que uma fotografia para relembrar um tempo bom que passou

Vamos dar um passeio em Ipanguaçu dos anos 70 através destas fotografias, do interior a cidade.
Quadra esportiva de Pataxó.

Centro da cidade de Ipanguaçu.

Se você está em alguma dessas fotos abaixo ou conhece alguém, deixe um comentário. O blog gostaria de encontrar alguma dessas pessoas, quarenta anos depois.

Se você não conseguir visualizar a foto, clique em cima da mesma, e vá para o álbum de picasa.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Nada melhor que uma fotografia para relembrar um tempo bom que passou

Nicolau ao lado de voluntários do JAC ( Juventude Agrária Católica) anos 60 na fazenda hoje Base Física de Ipanguaçu.
Se você está nesta foto e sabe o nome de todos nos ajude a identificá-los. O que fazia esse movimento você sabe?

domingo, 17 de março de 2013

Nada melhor do que uma fotografia para relembrar um tempo bom que passou

É pra matar a Saudade! Direto do túnel do tempo
Em pé: Zé de Orlando, Claudio e Marcelo de Sá leitão
Agachados; Zé Moaci,  Sancler e Ubirajara.
Ipanguaçu anos 70. Essa foto foi tirada na quadra de esporte no centro da cidade onde hoje é o mercado público. Nessa quadra,  Ipanguaçu viveu grandes clássicos da sua história, como Santos e Milionários. Os mais jovens já devem ter ouvido falar dessa quadra.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Vale a pena ler de novo


Histórias do Bem: Comunidade do Japiaçu Em13/12/2011

Japiaçu fica a 4 km do centro da cidade

Japiaçu nome de origem indígena e quer dizer "o que tem o pé grande", a comunidade de Japiaçu a 50 anos atrás, suas terras eram quase todas de Joaquim Morais, tinha aproximadamente 10 casas, todas de taipa, vindo depois a de Manuel Ivo Ribeiro de Alvenaria.
As primeiras professoras a dar aulas em casa, ensinando a carta do ABC, foram Regina e Rosilda Ribeiro, ambas já falecidas. Dona Maria José e Dona Elisa era as parteiras que faziam partos em casa e ajudaram a muitas crianças do Japiaçu a vir ao mundo. Naquela época a economia da comunidade era a agricultura, vindo dos roçados de milho, feijão e algodão no período de inverno e na seca do corte da palha de Carnaúba. Hoje muitos ainda vivem da Agricultura irrigada e outros trabalham nas firmas agrícolas de nossa cidade.
Alí também tinha animação através do pastoril e das valsas na casa do saudoso João de Deus. As famílias tradicionais da historia da comunidade foram Morais e Ribeiro, vindo depois as famílias Silvino, Fernandes, os Camilos, Tavares, Fonseca e entre outras que hoje fazem parte da comunidade.

Desde 82, que o Japiaçu conseguiu uma representação politica na câmara de vereadores, através do Saudoso Chico Fonseca, depois seu Filho e seu Neto. Ultimamente está sem representação, a comunidade ainda hoje sente a falta do grande amigo e politico Chico Fonseca.
Hoje o Japiaçu tem em torno de 50 casas e aproximadamente 200 habitantes, uma escola cujo nome é Manuel Ivo Ribeiro, quadra de Esporte e uma capela de Santa Luzia, padroeira da comunidade.

Nesta semana, está se realizando a festa da Padroeira da comunidade. Ipanguaçu do Bem parabeniza a todos os fieis e devotos de Santa Luzia. E deseja a todos os moradores da comunidade um Feliz Natal e um prospero Ano Novo.
Esta é um pouco da historia da comunidade de Japiaçu contada por Israel Ribeiro.

sábado, 29 de setembro de 2012

Vale apena ler de novo


Histórias do Bem - Comunidade de São Miguel


A comunidade de São Miguel fica a 25 km de do centro de Ipanguaçu, e a origem do nome é uma homenagem ao nome do Padroeiro da comunidade, São Miguel Arcanjo.

Segundo seu Manuel Delfino Sobrinho (Manuel de Anna), que a 58 anos mora na comunidade, quando chegou ali só tinha duas casas, uma de taipa e uma de Alvenaria, uma de Abel Abnegado e a outra de Joaquim da Mata, ambos já falecidos. Depois o seu avô Adelino Fonseca veio morar em São Miguel, totalizando 3 casas, a comunidade foi crescendo, hoje tem mais de 50 casas, totalizando mais de 300 habitantes.

A economia da comunidade, graças ao açude de Pataxó, sobrevive da pecuária, agricultura e pesca, outros de aposentadorias e bolsa família. A primeira professora da comunidade foi Maria Alta (Dona Marizinha) e a primeira parteira foi Dona Catarina. Na Administração Helio Santiago ganhou a escola Francisco Canindé de Oliveira, que foi fechada na administração passada, tendo a frente da secretária de Educação, a competente secretaria Francisca Neide, que fecharam várias escolas na comunidade de nosso município. Os alunos de São Miguel vão estudar na comunidade de Pataxó.
O abastecimento D'água chegou na administração de José Wilson de Souza, já Administração passada construiu 23 casas na comunidade e a administração Governando Nossa Terra construiu a quadra de esporte, um velho sonho dos desportistas. A comunidade ainda conta com uma associação dos Agricultores Unidos da Terra, um agente de saúde, uma capela e um médico atendendo de 15 e 15 dias no prédio da antiga escola. Um time de Futebol, denominado Seleção de São Miguel, que está disputando o campeonato de Bairros e Comunidades e tem uma animada torcida.
Hoje 29 de setembro é um dia muito especial para aquela comunidade, pois é o dia do seu padroeiro São Miguel Arcanjo. Esta é um pouco da história de São Miguel contada por Ipanguaçu do Bem. Em 29/09/2011