Conquista do SINTE/RN.
Liminar concedida pelo Desembargador Claudio Santos obriga governo a pagar 20% nos contra cheque dos docentes


Direção do SINTE/RN envia novo ofício à secretária de educação de Natal
A direção do SINTE/RN enviou um novo ofício à secretária de educação de Natal confirmando o indicativo de greve, se não houver negociação imediata, e cobrando demandas imediatas que ainda não foram resolvidas.
Para o Sindicato, as comissões criadas pela SME não são respostas à pauta de reivindicação da categoria. O entendimento é de que elas tem um papel importante de discussão e acumulação, mas não são decisórias.
“A expectativa salarial e de pagamento de direitos funcionais como padrão dos educadores infantis, promoções verticais e horizontais e gratificações atrasadas podem definir de imediato a deflagração ou não de uma greve”, reitera a coordenadora geral Fátima Cardoso.
Governo do estado vira as costas para os funcionários da Educação
No próximo mês de julho os funcionários da educação deveriam ganhar novos benefícios decorrentes do Plano de Carreira. Entretanto, a única expectativa que se tem é de persistirem na luta contando com o apoio da sociedade e pressionando o governo.
Com a inércia do governo, que não cumpre nem sequer negocia a aplicação da lei, a direção do SINTE/RN está de olho e não se cansa de cobrar a dívida dos trabalhadores, inclusive propondo que se pague o Plano de Carreira a partir de uma negociação.
“O que o governo espera? Greve? A sociedade não aprova desse posicionamento do governo de obriga as categorias a deflagrarem greve para fazer valer seus direitos. Um remédio que não devia ser usado se o governo se voltasse para atender os interesses da população”, critica a coordenadora geral Fátima Cardoso.
Com a inércia do governo, que não cumpre nem sequer negocia a aplicação da lei, a direção do SINTE/RN está de olho e não se cansa de cobrar a dívida dos trabalhadores, inclusive propondo que se pague o Plano de Carreira a partir de uma negociação.
“O que o governo espera? Greve? A sociedade não aprova desse posicionamento do governo de obriga as categorias a deflagrarem greve para fazer valer seus direitos. Um remédio que não devia ser usado se o governo se voltasse para atender os interesses da população”, critica a coordenadora geral Fátima Cardoso.
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