
FILME: Era uma vez no Mexico
Mariachi (Antonio Banderas) é um justiceiro que está em busca do líder de um cartel, que tem elaborado um plano para derrubar o atual Presidente do México (Pedro Armendáriz Jr.). Porém ele precisa também se preocupar com Sands (Johnny Depp), um agente da CIA corrupto que o contratou para realizar o serviço.
Saga! Já foi sinônimo de lenda e várias vezes significa a narração de uma história repleta de emoções, perturbações, sucessos, incidentes, êxitos, infortúnios, imprevistos e glórias.
A do José Xavier Cortez tem tudo isso. Pode-se dizer que a de qualquer pessoa assim seria, mas é que o Cortez não é uma pessoa qualquer. Ele dedicou boa parte da vida a provar um desejo asseado: é necessário, e possível, gerar, acolher e disseminar literaturas que ajudem a impedir a falência da esperança e robusteçam a elevação da Vida Coletiva.
Por isso, esta dele é saga mesmo (só que sem lenda, no sentido de fantasia improvável). Agricultor nos princípios, o pé no chão garantiu o manejo da fertilidade e a importância da humildade; o sertanejo nordestino depois virou marinheiro, até que a militância política fez com que o ¨cabo Cortez¨ fosse desembarcado dessa carreira, sem abandonar os ideais. A persistência ética e a dedicação profissional o levaram ao mundo dos livros, como negócio digno, paixão delicada e combate honrado.
Esta não é só uma história de sucesso; é uma história da decência na vida de alguém memorável. (Mario Sergio Cortella).
A do José Xavier Cortez tem tudo isso. Pode-se dizer que a de qualquer pessoa assim seria, mas é que o Cortez não é uma pessoa qualquer. Ele dedicou boa parte da vida a provar um desejo asseado: é necessário, e possível, gerar, acolher e disseminar literaturas que ajudem a impedir a falência da esperança e robusteçam a elevação da Vida Coletiva.
Por isso, esta dele é saga mesmo (só que sem lenda, no sentido de fantasia improvável). Agricultor nos princípios, o pé no chão garantiu o manejo da fertilidade e a importância da humildade; o sertanejo nordestino depois virou marinheiro, até que a militância política fez com que o ¨cabo Cortez¨ fosse desembarcado dessa carreira, sem abandonar os ideais. A persistência ética e a dedicação profissional o levaram ao mundo dos livros, como negócio digno, paixão delicada e combate honrado.
Esta não é só uma história de sucesso; é uma história da decência na vida de alguém memorável. (Mario Sergio Cortella).
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