domingo, 11 de novembro de 2018

Bom dia

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Espero que a beleza e a paz acompanhem você em cada instante deste dia.
Bom dia meus amigos e amigas do bem.

AS GRANDES DÍVIDAS DO RN



A pouco mais de um mês de concluir seu governo à frente do estado do Rio Grande do Norte, o Governador Robinson Faria acumula uma dívida em torno de 2,1 bilhões de reais. Só a fornecedores são em torno de R$ 870,00.

A soma dos restos a pagar com o volume de recursos necessários para o pagamento em dia dos salários de novembro, dezembro e décimo terceiro deste ano, além do que falta ser pago do benefício de 2017, ultrapassa os R$ 2,1 bilhões. 

Só para arcar com os vencimentos dos servidores ativos e aposentados são necessários, pelo menos, R$ 1,2 bilhão para finalizar o ano com todas as obrigações salariais em dia.
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Mais uma vez os candidatos inscritos no Enem 2018 estarão realizando as provas do ENEM neste domingo (11). Este é o segundo dia do Exame e será composta de 90 questões divididas nas áreas de Matemática, Ciências (Química e Física) e Biologia.

Na internet vários sites apontam formas de conter a tensão, evitar comportamentos que possam dificultar a realização da prova e medidas a serem tomadas visando um resultado melhor. O mais importante é que o candidato se prepare física e emocionalmente para a maratona que será longa e definitiva.

De São Pedro sairão novamente dois ônibus com destino a Natal levando os candidatos aos seus locais de provas. No primeiro domingo os transportes saíram da cidade às 7 e 30 da manhã e retornaram às 20 horas. a expectativa é a mesma para esse segundo dia.

PREFEITURAS ENFRENTAM DIFICULDADES FINANCEIRAS

A cada dia a coisa fica mais difícil para as prefeituras, em especial dos pequenos municípios. 

A maioria vem sofrendo com a diminuição nas entradas de recursos e quase já não conseguem manter o principal compromisso que é com o pagamento das folhas dos funcionários.
Os atrasos nos pagamentos, parcelamentos e tentativas de diminuir as folhas tem sido práticas que se multiplicam em busca de equalizar as situações. 

É necessário que estudos sejam feitos urgentemente e que sejam dadas as devidas soluções, uma vez que, não há perspectivas de aumento nos recursos a serem recebidos e o final do ano aumenta os encargos e valores a serem pagos.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Ocupação do MST no Paraná ganha prêmio por recuperação da Mata Atlântica

Prêmio Juliana Santilli reconhece prática que alia produção de alimentos e preservação ambiental.
Acampamento ocupa parte da APA de Guaraqueçaba e desde 2003 concilia a produção de alimentos livres de agrotóxicos / Júlia Rohden
Júlia Rohden
Brasil de Fato

“Mato para nós não é problema, é solução” brinca o agricultor Jonas Souza. Ele integra uma das 20 famílias do acampamento José Lutzenberger, no município de Antonina. O acampamento ocupa parte da Área de Proteção Ambiental (APA) de Guaraqueçaba, no litoral norte do Paraná, e desde 2003 concilia a produção de alimentos livres de agrotóxicos - de couve à café - com a recuperação da Mata Atlântica. Por isso, a comunidade foi contemplada no prêmio Juliana Santilli, na categoria ampliação e conservação da agrobiodiversidade. A premiação acontecerá em 21 de novembro, em Brasília, e envolve a entrega de troféu, de selo de reconhecimento e apoio financeiro para intercâmbio de experiências.

As famílias comemoraram o prêmio como uma forma de dar visibilidade ao projeto. “Estamos mostrando que nós ocupamos uma área totalmente degradada e estamos recuperando a mata e ainda produzindo alimento sem veneno. Isso mostra que a reforma agrária é um projeto viável, não apenas na questão social, mas também na ambiental”, comenta Jonas, que também é um dos coordenadores do acampamento.

Cerca de 90% do que é produzido pelos agricultores é destinado para as escolas da região através do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Jonas explica que as famílias trabalham em cerca de 10% da área total, que compreende 240 hectares. “Para trabalhar no sistema agroflorestal não precisa de grandes áreas”, explica. Ele comenta que a perspectiva é ocupar cada vez mais o espaço com a produção.

Apesar de bem estruturado, com casas de alvenaria e energia elétrica, o acampamento ainda está em processo de assentamento. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) está negociando a compra da terra com os antigos proprietários.

Recuperação ambiental

“Conheci a área antes dos fazendeiros usarem para criar boi. Era uma área preservada, o rio tinha muito peixe e a comunidade plantava para subsistência”, lembra Jonas. Ele conta que as famílias não tinham o documento de posse da terra e os fazendeiros começaram a cerca e ocupar o território. “Por isso começou a luta pela terra e decidimos acampar”, completa o agricultor.

Nos primeiros três anos, as famílias resistiram ao desejo de desistir da área. O rio estava poluído, o solo rebaixado e encharcado, e o pasto dominava a paisagem. Se no início tiveram dificuldade para produzir alimentos para subsistência, hoje a perspectiva é aumentar a produção. A área degradada pela atividade pecuária vai lentamente se recuperando e o resultado fica evidente até aos olhares desatentos: nos lotes que já receberam os cuidados dos agricultores há árvores altas e diversos tipos de plantas, enquanto, muitas vezes ao lado, as áreas que não receberam o manejo são um pasto alto.

Katya Isaguirre, professora de direito ambiental e agrário da Universidade Federal do Paraná (UFPR) que acompanha de perto o acampamento José Lutzenberger, por meio do grupo de pesquisa Ekoa, incentivou a comunidade a se inscrever no prêmio, junto com outro grupo da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. “É evidente que a agrofloresta revive a natureza e o exemplo demonstra visivelmente como a paisagem se recupera ao tempo em que os agricultores produzem alimentos saudáveis que lhes garante condições de autonomia”, afirma.

No local é possível encontrar vários estágios de agroflorestas e são testadas diferentes técnicas de manejo e preparo do solo. O primeiro passo para a recuperação é fazer o “berço”, com plantas como hortaliças e banana. Com o tempo e o manejo adequado, os agricultores vão inserindo novas plantas de portes variados.

Jonas Souza ressalta que o sistema agroflorestal traz diversos benefícios. Além da recuperação e preservação da Mata Atlântica, as famílias camponesas passam a ter a geração de renda e a consumir alimentos de qualidade. “Também é beneficiado quem consome esse alimento livre de agrotóxico que, no caso, são principalmente as crianças das escolas municipais e estaduais”, opina.

Alimentação escolar sem agrotóxico

O acampamento, por meio da Associação Filhos da Terra, atende a quatro municípios pela rede estadual (Guaratuba, Morretes, Antonina e Pontal do Sul) e outros três (Matinhos, Antonina e Guaratuba) pela rede municipal de educação, por meio do PNAE. A cada semana são enviados para a rede estadual 1080 kg de tubérculos, 1545 kg de frutas, 390 kg de hortaliças e 45 kg de tempero, informa Ana Paula Rodrigues. A moradora explica que para a rede municipal a quantidade varia de acordo com a demanda da nutricionista escolar e, além dos alimentos in natura, também são enviadas geleias, doces e polpas de frutas. “Tudo produção agroecológica certificada”, destaca.

Jonas Souza diz que a expectativa para 2018 é criar uma cooperativa e participar de novas chamadas públicas. Até o fim deste ano, uma nova unidade deve ser finalizada, para processar os alimentos e ampliar a produção. No espaço atual, são descascados e embalados alimentos como mandioca, abóbora e palmito, e higienizados o restante dos outros produtos que chegam das hortas das famílias. Também são produzidas geleias e polpas de frutas.  “A produtividade está aumentado e é natural que isso acontece:  as famílias vão ganhando mais experiência na técnica, o mercado vai se abrindo para a produção da agroecologia e as agroflorestas começam a se recuperar e a crescer espécies novas”.

Paraná é destaque na produção de orgânicos

De acordo com dados do Ministério da Agricultura e Abastecimento, o Paraná é o estado com maior número de propriedades rurais orgânicas certificadas, com mais de duas mil unidades.

Parte dos alimentos orgânicos produzidos no estado são comercializados pela Cooperativa Central da Reforma Agrária do Paraná (CCA-PR), que centraliza 17 cooperativas regionais e a produção de mais de 20 mil famílias nos 311 assentamentos paranaenses da reforma agrária. Os alimentos chegam até os consumidores de diversas formas e neste mês a CCA-PR lançou um site que facilita ainda mais a compra dos produtos para quem mora na capital Curitiba.

“O Paraná reúne experiências de bastante tempo na agroecologia e um exemplo disso é a Jornada de Agroecologia que já está em sua 16ª edição”, lembra Katya Isaguirre, se referindo a um dos maiores eventos nacionais de incentivo à agroecologia que aconteceu no final de setembro, na cidade da Lapa. “O trabalho da Associação para o Desenvolvimento da Agroecologia (Aopa) é outro exemplo porque reúne grupos de agricultores familiares de Curitiba e região metropolitana para acessar programas como o PAA e PNAE e fazer vendas diretas e nas feiras”, completa.

Edição: Ednubia Ghisi

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

BOM DIA

Nossa homenagem de Bom dia vai hoje vai esse jovem de um carisma e simplicidade impressionante, Caique,Medeiros.filho do meus amigos Pelé e Alessa.
Em nome de Dr CAIQUE, EU DESEJO UMA excelente quarta feira.
Bom dia meus amigos e amigas do bem.

Creche Municipal Professora Rosilda Ribeiro Barbalho,

Encantador! A Creche Municipal Professora Rosilda Ribeiro Barbalho, no Bairro Ilha Grande, está de visual novo. Um belíssimo trabalho de pintura artística estampa agora grande parte da parede externa da unidade escolar com diversos desenhos.

Natal do bem.

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E AÍ VOCÊ VAI PARTICIPAR COM A GENTE?
DÊ UM SINAL.
Mas se não quiser participar não tem problema.
ESTAMOS ESPERANDO A SUA PARTICIPAÇÃO. DOE UM BRINQUEDO OU 5 REAIS. DESDE JÁ MUITO OBG. POR FAVOR COMPARTILHE.


Com salários de servidores na pauta, comissão de transição do Governo do RN se reúne pela primeira vez


O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), e a governadora eleita, Fátima Bezerra (PT), se reuniram na tarde desta terça-feira (6), acompanhados de suas equipes, para dar inicio ao processo de transição entre a atual administração e a que vai começar no dia 1º de janeiro de 2019. Entre os temas debatidos pela comissão esteve os salários dos servidores, que, na avaliação do Executivo, só terminarão o ano em dia se o Estado conseguir uma 
liberação da antecipação dos royalties na Justiça.

No encontro, Robinson assegurou total transparência e agilidade na liberação das informações da atual gestão. “O novo governo terá todas as condições de iniciar dando continuidade às obras e ações em curso, diferente de quando assumi em 2015”, afirmou o chefe do Executivo, lembrando que sua obteve nota 9,7 da Transparência Brasil. "E essa transparência vai continuar nos trabalhos junto à comissão de transição”, reforçou.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Flaudivan: "Não vou falar dos seus adversários, falarei do que fiz por vocês em apenas 90 dias"

“Quero agradecer a cada um de vocês por essa linda passeata, sem vocês não seria possível. Fico feliz que tenham compreendido qual a linha da nossa gestão. 

Hoje temos essa aceitação porque temos nesse palanque pessoas de bem me orientando, cobrando e mostrando o caminho que devo seguir para melhorar cada vez mais nossomunicípio". 

Disse o prefeito Flaudivan Martins, que demonstrando humildade concluiu seu discurso dizendo...

“Não vou falar mal dos meus adversários, vou falar do que fiz em 90 dias de gestão porque estou aqui para isso. Já que não sou dono da prefeitura, sou apenas o gestor das verbas que entram no município para atender à todos vocês.”.
Fonte blog Toni Martins.